Hoje me deparei com uma coisa incomum. Ao acordar, liguei no telejornal e vi algo inesplicável. A verdade foi é que fiquei feliz com a minha reação. O fato era que um jovem de 18 anos, um ano mais velho que eu, no Oriente Médio foi morto por oficiais do exército acusado de roubo. Pedir clemência não foi sulficiente e o jovem foi morto com um tiro no peito. A família do cujo disse que o tal era inocente e que foi acusado injustamente, pagando com a própria vida o preço da sua inocencia. Foi feito um video relatando a história, mas com qual fim este foi produzido eu não sei. Logo após esta notícia uma seguinte porém, não menos chocante, veio ao ar. Desta vez é no México, em uma briga de gangues rivais, dois jovens são capturados e torturados. Um destes é morto e o outro permanece vivo, os dois são amarrados e dependurados em uma ponte. Não aguentei ao choque de extrema violência e comecei a chorar. Não sou conhecida de nenhuma de tais vítimas, mas chorei pela minha raça.. a raça humana. Aonde será que nossos cúmulos dão? Até que ponto nossa inescrúpula consciência consegue suportar? Fiquei muito feliz por ter tido dita reação porque me mostrou que mesmo com todas esses episódios apavorantes como o caso Isabella e João Hélio, meu coração ainda não ficou insensível com essas infelizes notícias e por mais que pareça não me é comum um mundo em que a arma é mais importante que o sangue, independente de qual descendência for.
Sem nenhum etnocentrismo conjugado à manifestação, eu entendo que em muitos lugares do mundo há relações interpessoais muito mais profundas do que minha mera inteligência pode supor. Contudo a grande questão está em valorizar o homem como ser pensante e não como criminoso que pecisa ser vigiado. Tais práticas só comprovam a renovação de um círculo vicioso, que acaba sendo renovado e que provavelmente refletirá em ambas partes.
Isso mesmo Mari !O mundo fica cada vez pior , só se pensa em poder e dinheiro e se esquecem do respeito pela vida..
ResponderExcluirEssas pessoas brincam com a existência de seus semelhantes como se fossem Deus! Isso também me deixa muito indignada e cada vez mais desiludida com os caminhos que o mundo está tomando !